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quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Bolsonaro lidera intenções de voto com 23,9% em cenário sem Lula, aponta pesquisa

Candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, durante debate em Brasília© REUTERS/Adriano Machado Candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, durante debate em Brasília
O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, lidera as intenções de voto para as eleições de outubro com 23,9 por cento de preferência do eleitorado no cenário sem a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) entre os concorrentes, de acordo com levantamento do instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta quarta-feira.
Na pesquisa sem Lula entre os candidatos, em que o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad aparece como nome do PT, Marina Silva (Rede) é a segunda colocada com 13,2 por cento de apoio, em empate técnico com Ciro Gomes (PDT), que registra 10,2 por cento de apoio.
Geraldo Alckmin (PSDB) vem a seguir com 8,5 por cento, à frente de Alvaro Dias (Podemos), com 4,9 por cento, e de Haddad, que registra 3,8 por cento. Nesse cenário, 6,8 por cento dos entrevistados disseram não saber em quem votar, e 23,1 por cento disseram que não votariam em nenhum dos candidatos.
Quando Lula é incluído entre os concorrentes, o ex-presidente lidera as intenções de voto com 30,8 por cento de apoio, contra 22,0 por cento de Bolsonaro, que ocupa a segunda posição nesse cenário.
Lula, no entanto, está preso em Curitiba desde o início de abril cumprindo pena de 12 anos e 1 mês por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do tríplex no Guarujá (SP), e deve ficar inelegível pela Lei da Ficha Limpa, que barra a candidatura de condenados por órgãos colegiados da Justiça.
Nesse outro cenário do levantamento, Marina ocupa a terceira posição com 8,1 por cento de apoio, ante 6,6 por cento de Alckmin, 5,9 por cento de Ciro e 4,0 por cento de Alvaro Dias. Disseram não saber em quem votar 4,6 por cento dos entrevistados, e 14,3 por cento disseram que não votariam em nenhum dos candidatos.
O levantamento do Paraná Pesquisas entrevistou 2.002 eleitores entre os dias 9 e 13 de agosto em 168 municípios dos 26 Estados e no Distrito Federal. A margem de erro estimada do levantamento é de aproximadamente 2,0 pontos percentuais, de acordo com o instituto.
(Por Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro)

terça-feira, 14 de agosto de 2018

Após vazamento de gravação, Trump chama ex-assessora de 'cadela'

Trump chama ex-assessora Omarosa Manigault Newman de 'cadela', em uma escalada de sua confrontação pública após divulgação de gravaçõesTrump chama ex-assessora Omarosa Manigault Newman de 'cadela', em uma escalada de sua confrontação pública após divulgação de gravações
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a atacar, nesta terça-feira 914), sua ex-assessora na Casa Branca Omarosa Manigault Newman, em tom especialmente elevado, chamando-a de "cadela" e "demente".
Na segunda-feira, Manigault Newman divulgou a gravação de uma conversa privada que teve com o presidente depois de ser demitida.
Omarosa ficou conhecida como participante do reality show de Trump, "O aprendiz", e depois conseguiu um trabalho de 180.000 dólares ao ano na Casa Branca.
Trump já havia chamado Omarosa de "delinquente", depois que ela vazou uma gravação de sua demissão por parte do chefe de gabinete, John Kelly, aparentemente gravada na Sala de Crise da Casa Branca.
Nesta terça, Trump intensificou a guerra verbal a um nível raramente visto, mesmo no caso de um presidente que não poupa insultos e ataques a seus críticos, rivais e até aliados.
"Quando você dá um tempo a uma demente, delinquente chorona, e dá a ela um trabalho na Casa Branca, acho que isso simplesmente não funcionou. Bom trabalho do general Kelly por ter rapidamente demitido essa cadela", tuitou Trump.
As gravações de Omarosa Newman, de 44 anos, outrora forte aliada de Trump, representam uma assombrosa violação da confiança presidencial.
Na terça, ela explicou à CBS News o motivo pelo qual fez as gravações: "Sou o tipo de pessoa que se protege. No mundo de Trump, todo mundo mente".
"Todo mundo diz uma coisa um dia e muda sua história no dia seguinte. Queria ter este tipo de documentação... para o caso de me encontrar nesta posição na qual, como você disse, estão questionando minha credibilidade".
Um livro de sua autoria, "Unhinged", chega às livrarias nesta terça.

Bolsonaro afirma que assessora vendedora de açaí em Angra pediu demissão

O candidato a presidente no Brasil Jair Bolsonaro: Jair Bolsonaro (PSL)© Daniel Teixeira|Estadão Jair Bolsonaro (PSL)
BRASÍLIA - O candidato à Presidência da República pelo PSL nas eleições 2018Jair Bolsonaro, afirmou que sua assessora parlamentar Walderice Santos da Conceição pediu demissão nesta segunda-feira, 13. De acordo com o deputado federal, Walderice solicitou o desligamento por causa da exposição envolvendo seu nome.
Ela foi apontada em reportagens do jornal Folha de S. Paulo como uma assessora fantasma do parlamentar, que trabalhava em sua residência em Angra dos Reis e vendia açaí na cidade, no "Açai da Wal". O caso foi lembrado pelo candidato do PSOL, Guilherme Boulos, no debate entre os presidenciáveis realizado na quinta-feira, 9, na Band.
“O crime dela foi dar água para os cachorros”, disse Bolsonaro a jornalistas, sobre os serviços prestados pela funcionária em sua residência no litoral do Rio de Janeiro. Pelo site da Câmara dos Deputados, Walderice recebe atualmente salário bruto de R$ 1.351,46. “Tenho aquela casa há 25 anos e contratei ela há uns 12 anos. Como de vez em quando estou lá, muita gente me procura e ela é encarregada de filtrar e passar pra mim, só isso”, disse.
Bolsonaro disse ainda que pode ser um dos alvos dos protestos do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). O movimento iniciou uma marcha à Brasília para dar apoio à inscrição junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na próxima quarta-feira, 15, da chapa que tem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como candidato a presidente.
“Estou sabendo que MST vai estar aqui (em Brasília) a partir de hoje (segunda). Ações acontecerão em Brasília e, a princípio, eu sou uma pessoa que interessa para eles”, disse ele a jornalistas.

Sérgio Cabral diz à Justiça ter recebido R$ 5 milhões em caixa 2

O ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, admite ter recebido R$ 5 milhões de caixa 2 © Fabio Rodrigues Pozzebom O ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, admite ter recebido R$ 5 milhões de caixa 2
Em depoimento ao juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal, o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (MDB) admitiu que recebeu R$ 5 milhões de caixa 2 de um dos maiores fornecedores do Estado em seu governo.
O interrogatório, que ocorreu na 2ª feira (13.ago.2018), fez parte do processo da Operação Unfair Play, um desdobramento da Lava Jato que investiga a suposta compra de votos para o Rio de Janeiro sediar os Jogos Olímpicos de 2016. Nele, o ex-governador disse que errou ao obter dinheiro de maneira incorreta, mas que nunca “agiu como corrupto” nem aceitou propina.
O juiz Bretas questionou Cabral sobre sua relação com o empresário Arthur Soares, conhecido como Rei Arthur. Soares era um dos empresários campeões em contratos com o governo do Rio de Janeiro quando Cabral estava no comando. Atualmente, está foragido da Justiça.
Dele, Cabral diz ter recebido cerca de R$ 5 milhões de “maneira informal“. O dinheiro foi usado em suas campanhas de 2002, quando concorreu para o Senado, em 2006 e 2010, na corrida para o governo. Os recursos também teriam sido utilizado em campanhas políticas de outros candidatos e até de outros partidos. Mas Cabral não quis detalhar quais.
O ex-governador negou ainda que uma conta, no banco EVG (Evergreen), conhecida pelo nome Matlock, fosse sua. Cabral disse que não existe nenhuma referência no processo de gastos dele ou de sua família com origem na conta e que os doleiros Renato e Marcelo Chebar foram os encarregados do manejo da receita eleitoral.

Sérgio Côrtes

Além de Cabral, o ex-secretário de Saúde de seu governo, Sérgio Côrtes, também prestou depoimento. As perguntas foram quase as mesmas, mas as respostas se diferiram no que diz respeito ao recebimento de propina.
Enquanto o ex-governador disse que “o que não fez foi pedir propina”, Sérgio Cortês ponderou: “ou a gente dissimula ou engana nossa consciência. É se autoconvencer e se enganar. Você estar recebendo propina e negar. Você está recebendo propina e está dizendo que está recebendo outra coisa”.
Côrtes afirmou que o Rei Arthur conhecia antecipadamente os processos de licitação e que chegava a incluir cláusulas que beneficiavam sua empresa.
(com informações da Agência Brasil)

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Ronaldo explica internação em Ibiza: 'Quadro forte de gripe'

© Fornecido por Fundação Cásper Líbero
Um dos maiores jogadores da história, Ronaldo “Fenômeno” está internado em uma clínica em Ibiza por conta de uma forte gripe. Por meio de suas redes sociais, o ex-jogador tranquilizou os fãs e disse que receberá alta nesta segunda-feira.
Após ter o quadro diagnosticado, o ex-atleta começou o tratamento em um hospital público e no início do sábado pediu alta e se transferiu para uma clínica privada, informou o veículo local Diario de Ibiza. O brasileiro deu entrada em um hospital na cidade por estar passando férias na região.
“Pessoal, tive um quadro de forte gripe aqui em Ibiza, cheguei a ser internado na sexta-feira, mas já está tudo sob controle! Amanhã recebo alta e volto para casa! Obrigado a todos pelas mensagens de carinho”, afirmou Ronaldo em sua conta oficial no Twitter.
Eleito três vezes o melhor jogador do mundo, em 1996, 1997 e 2002, Ronaldo encerrou sua carreira como jogador profissional em 2011, quando atuava com a camisa do Corinthians. O clube paulista foi a segunda equipe do futebol nacional no qual o craque atuou, já que foi revelado pelas categorias de base doCruzeiro, onde jogou apenas uma temporada antes de ser vendido para o PSV Eindhoven.
Em toda sua carreira, o ex-atacante jogou por sete equipes, sendo destaque por onde passou. Seu ápice aconteceu no Barcelona, já que em uma temporada conseguiu ser eleito o melhor jogador do mundo pela Fifa. Após o excelente desempenho, foi para a Inter de Milão, onde jogou por aproximadamente cinco temporadas e ganhou o prêmio em mais duas oportunidades. Já no Real Madrid, fez parte do time de “Galáticos”, quando teve como companheiros grandes nomes do futebol mundial como Roberto Carlos, Figo, Beckham, Raul e Zidane.
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Autoridades recuperam caixa-preta de avião roubado em Seattle

Fotografía de celular tirada por John Wauldron mostra o avião antes da queda© Fornecido por AFP Fotografía de celular tirada por John Wauldron mostra o avião antes da queda
As autoridades recuperaram no domingo os dados do avião que um funcionário de uma companhia aérea roubou em Seattle, antes de realizar acrobacias com a aeronave e cair na na baía da cidade do noroeste dos Estados Unidos.
A diretora regional da Comissão Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB), Debra Eckrote, afirmou que a caixa-preta estava queimada. mas intacta.
Os registros serão enviados para Washington DC e a análise dos dados começará nos próximos dias.
Eckrote, diretora para a região Oeste-Pacífico da NTSB, destacou o estado de destruição do avião, depois de passar por várias linhas de árvores que o deixaram em pequenos pedaços.
"Você mal conseguiria dizer que era um avião, exceto pelas partes maiores, como a asa. As partes pequenas não parecem com um avião".
A NTSB não respondeu até o momento o pedido da AFP de confirmação da descoberta.
Fotografia de Richard Rossell, funcionário do aeroporto Seattle-Tacoma© Fornecido por AFP Fotografia de Richard Rossell, funcionário do aeroporto Seattle-Tacoma
Richard Russell, funcionário de pista da companhia Horizon Air, roubou na sexta-feira à noite um bimotor Bombardier Q400, que pilotou por mais de uma hora antes da queda.
Dois caças F-15 perseguiram o avião, mas não forçaram o pouso.
Russell estava sozinho na aeronave, que tinha capacidade para 76 passageiros.
As autoridades descartaram qualquer vínculo terrorista, enquanto a polícia descreveu o homem de 29 anos como "suicida". Parentes e amigos disseram que ele era "calado", mas "muito amigável".

Morre, aos 72 anos, Claudio Weber Abramo, ex-diretor da Transparência Brasil

ctv-5ud-claudio-weber-abramo-claytondesouza-estadao: Claudio Weber Abramo foi vice presidente da Transparência Brasil
© Clayton de Souza/Estadão Claudio Weber Abramo foi vice presidente da Transparência Brasil


Morreu neste domingo, aos 72 anos, o jornalista Cláudio Weber Abramo, vice-presidente da ONG Transparência Brasil, entidade da qual foi diretor-executivo por 15 anos. Ele estava internado no Hospital Samaritano e não resistiu às complicações decorrentes de um câncer.
Cláudio Weber Abramo deixa mulher, quatro filhos, seis netos e uma enteada. O corpo será cremado no Horto da Paz.
Bacharel em matemática pela USP e mestre em filosofia da ciência pela Unicamp, Claudio Weber Abramo era uma das principais referências no combate à corrupção e pela integridade das instituições públicas. Foi um dos mais importantes articuladores para a elaboração da Lei de Acesso à Informação (LAI), aprovada em 2011.
Claudio Weber Abramo também foi responsável por ferramentas online pioneiras para que jornalistas pudessem trabalhar melhor com dados públicos, como o Excelências - que reúne informações sobre a atuação de congressistas, como votações, presença em sessões, bens declarados e processos na Justiça dos quais são alvo.
Nos últimos tempos, Weber Abramo se dedicava à ONG dados.org, que havia criado, e que trabalhava com transparência e informações abertas do setor público.
Filho do jornalista Claudio Abramo, ex-diretor de redação dos jornais O Estado de São Paulo e Folha de São Paulo, e de Hilde Weber, primeira mulher a exercer a profissão de chargista no Brasil, Claudio Weber Abramo também colaborou para os principais veículos de comunicação do País. Foi editor de Economia da Folha de São Paulo e editor-executivo da Gazeta Mercantil, entre outros.
"Perdemos um batalhador pelas melhores causas e um amigo do bom jornalismo", disse o presidente da Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo), Daniel Bramatti. "Claudio Weber Abramo será sempre uma inspiração para quem luta pela democracia, pela transparência e pela aplicação correta dos recursos públicos. Na Abraji, as bandeiras que ele defendeu continuam erguidas."

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Ausência do PT no debate reforça inelegibilidade de Lula, dizem analistas

© Foto: Paulo Whitaker/Reuters
A ausência do candidato do PT no primeiro debate presidencial das eleições 2018reforça a inelegibilidade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e preso pela Operação Lava Jato, avaliam analistas ouvidos pelo Estado na manhã desta sexta-feira, 10. Preso em Curitiba desde 7 de abril pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, o petista não obteve autorização judicial para participar do programa.
O cientista político Rodrigo Prando, da Universidade Presbiteriana Mackenzie, comenta que a ausência partido no debate faz o eleitorado entender algo que ainda não estava claro: a inelegibilidade do ex-presidente Lula. "Simbolicamente, foi importante para as pessoas entenderem que, juridicamente, a manobra do PT de colocar o Lula em evidência não surte efeito legal", afirma. "É uma estratégia eleitoral, política", diz.
Segundo Prando, isso faz com que eleitores que tinham o ex-presidente como opção passem a repensar as alternativas. "O PT optou por reafirmar o discurso de vítima, de perseguição, para mantê-lo em evidência. Isso teve bônus, como constar o nome nas pesquisas de intenção de votos, mas sua ausência no debate foi um ônus", avalia.
Para Carlos Melo, cientista político e professor do Insper, a estratégia do partido é um "duplo erro". "A ausência reforça a ideia de que o Lula não vai ser candidato e, ao mesmo tempo, não indica quem será", diz. Para ele, os eleitores começam a perceber que a ausência do ex-presidente das eleições é um fato consumado e passam a retirá-lo do rol de possibilidades.
"O PT pode até não perder com isso, porque tem seu eleitorado cativo, mas certamente não ganha, já que a questão Lula passou ao largo do debate, foi considerada uma página virada pelos candidatos. Acho uma estratégia errada não ocupar espaços eleitorais que estão abertos", diz.

Janela

Para Rafael Cortez, analista político e sócio da Tendências Consultoria, a estratégia do PT de fazer a defesa jurídica do ex-presidente limita a exposição do partido no período inicial da campanha e abre oportunidade para que outros presidenciáveis como Ciro Gomes (PDT) ocupem espaços.
"A defesa da candidatura até o limite formal (15 de agosto), a despeito dos evidentes obstáculos jurídicos à sua legalidade, tem como custo deixar uma janela para que outros candidatos mobilizem os eleitores", diz Cortez. Para ele, no entanto, a estratégia é correta diante do peso eleitoral de Lula. "Defendê-lo é reforçar o nome que pode fazer a transferência de votos para o 'plano B', ainda que o partido perca um pouco de sua exposiçao neste momento".
Para o cientista político Humberto Dantas, da Fundação Getúlio Vargas, a ausência do PT representou a ausência de uma temática que seria explorada, como os escândalos do Petrolão, que desembocaram na Lava Jato. "No meu entender, inauguraria apenas mais uma frente de acusações."
Para Humberto, o debate não teve ganhadores. "Quem ganhou foi a apatia. Ganhou a vontade do eleitor de se abster, votar em branco ou votar nulo. Como esse grupo já lidera, sobretudo quando o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não aparece nas simulações das pesquisas eleitorais, tem tudo para se expandir nessas eleições", destacou Dantas.
O PT realizou uma transmissão ao vivo (vídeo abaixo) pelas redes sociais para compensar a ausência do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no debate televisivo entre candidatos à Presidência nas eleições 2018Na ocasiãoo vice na chapa de Lula, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, dedicou boa parte da sua fala para direcionar ataques ao PSDB do candidato Geraldo Alckmin e ao MDB do presidenteMichel Temere do candidato Henrique Meirelles.

Sérgio Moro aceita denúncia contra ex-senador Gim Argello na Lava Jato

O ex-senador está preso desde abril de 2016 © Foto: Reprodução O ex-senador está preso desde abril de 2016
O juiz Sérgio Moro aceitou, nesta 5ª feira (9.ago.2018), denúncia da Lava Jato contra o ex-senador Gim Argello. Ele é acusado de lavagem de dinheiro e corrupção passiva, por receber propina no valor de R$ 5 milhões da Galvão Engenharia.
Os crimes teriam sido praticados em 2014, época em que o ex-senador era vice-presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito da Petrobras no Senado. Os integrantes do colegiado tinham a função de investigar atos ilegais cometidos na empresa petrolífera.
De acordo com o MPF (Ministério Público Federal), o ex-senador teria recebido propina para que donos de empreiteiras não fossem convocados para dar depoimentos. Argello teria solicitado à empresa Galvão Engenharia o repasse do valor de R$ 5 milhões. Destes, R$ 1,6 milhão teria vindo por meio dos partidos políticos PSL, PT do B e PEN. Leia a íntegra da denúncia.

PRISÃO NA LAVA JATO

Gim Argello foi senador do Distrito Federal pelo PTB de 2008 a fevereiro de 2015. Ele foi preso na 28ª fase da operação Lava Jato em abril de 2016. Inicialmente, ele havia sido condenado a 19 anos de prisão pela Justiça Federal. Em 2017, a pena foi reduzida a 11 anos e 8 meses.
A defesa de Argello disse ainda não ter recebido a decisão de acolhimento da denúncia por Moro.
Oito candidatos à Presidência da República participam na noite desta 5ª feira (9.ago.2018) do 1º debate das eleições de 2018.  © Reprodução Youtube - 9.ago.2018 Oito candidatos à Presidência da República participam na noite desta 5ª feira (9.ago.2018) do 1º debate das eleições de 2018.
O 1º debate presidencial das eleições de 2018 gerou na noite desta 5ª feira (9.ago.2018) uma série de memes e comentários no Twitter. Oito candidatos participaram do encontro promovido pela TV Band, em São Paulo. Assista no Poder360.
Participam do debate: Alvaro Dias (Pode), Cabo Daciolo (Patri), Ciro Gomes (PDT), Henrique Meirelles (MDB), Jair Bolsonaro (PSL), Geraldo Alckmin (PSDB), Guilherme Boulos (Psol), Marina Silva (Rede). O debate está sendo mediado pelo jornalista Ricardo Boechat.
A hashtag #DebateBand ficou no trending topics do Twitter no Brasil e no do mundo.
No mundo, até às 23:30, os assuntos mais comentados relacionados ao debate são: #DebateBand, Daciolo, Alvaro Dias, Ciro Gomes, Marina, #BolsonaroNaBand #BoulosnaBand e Henrique Meirelles.
No Brasil, no mesmo horário, são: #DebateBand, Daciolo, Alvaro Dias, Marina Silva,#BolsonaroNaBand ,#BoulosnaBand, Henrique Meirelles e O Alckmin.
Eis abaixo os trending topics do Twitter de 23h30min:
© Reprodução Twitter
Veja os memes compartilhados pelos usuários:
Ver imagem no TwitterVer imagem no TwitterVer imagem no TwitterVer imagem no Twitter

- tá pera. qual salgado vc qr?
- tá pera ai. qro aquele
- aquele qual?
- do canto, flô. o frito.

Políticos repercutem

Políticos também assistiram ao debate e comentaram sobre a postura e os posicionamentos dos candidatos no Twitter.
Eis os tweets publicados:
Diminuir impostos como, @geraldoalckmin? Se o Brasil está em uma crise sem precedentes? Com cortes super importantes apoiados pelo seu partido em aliança ao MDB, em áreas sociais e estratégicas para o país, como educação, saúde e assistência social.
Engraçado, pra não dizer trágico, que Alckmin questione sobre a saúde sendo que seu governo só precarizou o setor no Estado de SP. Entregou nas mãos de entidades privadas a administração das unidades de saúde. Que estado é esse que o tucano está falando?
Alckmin diz que fez uma aliança com partidos de centro. Não diz que é o centrão, recordista de deputados indiciados por corrupção. Nada de novo, para quem apoiou Temer na presidência e seu governo foi marcado pela máfia da merenda, rouboanel e trensalão.
Álvaro surrou Meirelles. Acordou e se recuperou. Falta colocar uma gravata. Bolsonaro surpreendeu quem esperava um louco e exalou sinceridade e lucidez. Era a maior figura quando entrou no debate e, ao fim do primeiro bloco, saiu maior.
Debate presidencial sem Lula e o PT é como fazer um gauchão sem o Inter ou o Grêmio. Não faz sentido, não há qualquer lógica, não existe argumento defensável. Só num momento de ruptura democrática como o atual isso é possível!

 

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